Ela transformou seus amores em trivialidade. Mentira, nem foram amores de verdade.
Enfim, prefiro o silêncio do que a trivialidade. Simples. Mas requer complexidade.
A minha buceta não é trivial.
Nem a minha ideologia será.
Prefiro o bloqueio que tudo se tornar corriqueiro.
Pois é, com o tempo a gente aprende... a não ser trivializado.
segunda-feira, 23 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
Suspeito que há mais morte que vida!
Lembrar de pessoas que não fazem mais parte da nossa vida, saudade! Penso nas pessoas do presente e fico feliz por tê-las, por estas novas pessoas especiais contribuírem com a minha existência. E sinto pelas que passaram, passado. As coisas lindas que já vivi!
Pra mim perder traz a sensação de morte. Como, por exemplo, uma grande amiga que está em outro país no momento, nesse tempo a perdi, não a terei viva comigo. A morte traz saudade! O abraço que não acontece é a morte do ato. Muitas coisas morrem e a toda hora, diria que até violentamente. Também sinto pela morte dos muitos personagens que viveram em mim. Daquele gesto que não é mais meu. Das paixões. Dos amigos. A morte daquele sentimento antes de se deparar com as coisas do presente, como o sentimento de criança, morte da possibilidade de ver com aqueles olhinhos, aquela visão que nunca mais vai acontecer. Mas vivo sonhando com o futuro, sinceramente não morro de dores pelo passado e nem de saudade, só não sou indiferente à essas mortes, aliás sou muito viva quanto a elas! Todos os dias há morte de vida, de tempo, de vitórias e a mais sentida das mortes: as das pessoas que um dia nosso coração teve e puramente amou... Então o que me resta é "fazer o luto dos seres queridos significa guardá-los no coração e na memória para fazê-los viver além da morte." Sempre com amor.
Pra mim perder traz a sensação de morte. Como, por exemplo, uma grande amiga que está em outro país no momento, nesse tempo a perdi, não a terei viva comigo. A morte traz saudade! O abraço que não acontece é a morte do ato. Muitas coisas morrem e a toda hora, diria que até violentamente. Também sinto pela morte dos muitos personagens que viveram em mim. Daquele gesto que não é mais meu. Das paixões. Dos amigos. A morte daquele sentimento antes de se deparar com as coisas do presente, como o sentimento de criança, morte da possibilidade de ver com aqueles olhinhos, aquela visão que nunca mais vai acontecer. Mas vivo sonhando com o futuro, sinceramente não morro de dores pelo passado e nem de saudade, só não sou indiferente à essas mortes, aliás sou muito viva quanto a elas! Todos os dias há morte de vida, de tempo, de vitórias e a mais sentida das mortes: as das pessoas que um dia nosso coração teve e puramente amou... Então o que me resta é "fazer o luto dos seres queridos significa guardá-los no coração e na memória para fazê-los viver além da morte." Sempre com amor.
quarta-feira, 11 de julho de 2007
...
E tem o tempo de parar
Em que as vísceras encontram-se sem movimento
Quietinhas
Intocáveis
Solitárias
A cabeça abaixa-se docemente
Os pés fixos no chão
Lábio com lábio, sem mexer a boca!
A única coisa em movimento é líquida...
rola na superfície do rosto
e cai sutilmente no colo!
Em que as vísceras encontram-se sem movimento
Quietinhas
Intocáveis
Solitárias
A cabeça abaixa-se docemente
Os pés fixos no chão
Lábio com lábio, sem mexer a boca!
A única coisa em movimento é líquida...
rola na superfície do rosto
e cai sutilmente no colo!
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